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Artigos
Existem saídas para o analfabetismo
Angela Regina dos Santos Muri Silva
Supervisora e Orientadora Pedagógica do Projeto
Mova
e Agente do Projeto TransFORMAR
O
analfabetismo no Brasil vem se agravando , há
décadas, como problema que poderia se dizer,
resultado da falta de motivação, oportunidade,
descaso e marginalização social. São
considerados analfabetos os cidadãos que não
tiveram acesso ao direito básico à educação
na faixa etária dos 7 aos 14 anos.
No Estado do Rio de Janeiro, tem-se verificado grande
número de jovens e adultos no contingente de
desescolarizados como conseqüência de um
período de grandes diferenças sociais
: os anos 60. E então nos perguntamos: por que
tantos analfabetos? Como reintegrar estes cidadãos
à sociedade?
A partir desta realidade e motivados pela Campanha da
Fraternidade de 1998 cujo tema foi fraternidade e educação
, fomos em busca dos excluídos da sociedade letrada
, os analfabetos. Temos hoje turmas com pessoas na faixa
etária entre 20 e 70 anos que não sabem
ler ou que passaram pela escola numa fase da infância
porém não concluíram o processo
de alfabetização. Os objetivos para continuarem
seus estudos variam de acordo com a idade . Alguns querem
ler a Bíblia para participar melhor das suas
comunidades, outros o motivo é o trabalho, ou
ainda para estar em contato com outras pessoas , conversar
e sentir-se alguém. O trabalho dos educadores
é investigar as necessidades do grupo de alunos
, partindo da vivência de trabalho, sua linguagem
própria, as maneiras como enfrentam as dificuldades,
as formas peculiares de construção de
conhecimento e assimilação do que foi
ensinado, elevando a auto- estima dos mesmos.
Sob o ponto de vista da educação de jovens
e adultos, alfabetizar não significa apenas ler
e escrever. É a oportunidade de transformar a
experiência de vida já adquirida em material
para um aprendizado social, histórico, cultural
e político mais amplo, escrevendo sua própria
história, construindo de forma crítica
sua cidadania.
Nossa experiência nestes anos é bastante
gratificante e emocionante. Os educadores têm
um ideal, trabalham com dedicação vibrando
a cada etapa vencida por seus educandos, compreendendo
suas dificuldades e ajudando-os a superá-las.
Estamos trabalhando hoje basicamente com um projeto
destinado a adultos com mais de 20 anos e um projeto
destinado a jovens de 15 a 19 anos..
Já dizia Paulo Freire: " Mulheres e homens,
somos os únicos seres que, social e historicamente,
nos tornamos capazes de apreender. Por isso, somos os
únicos em quem aprender é uma aventura
criadora, algo, por isso mesmo, muito mais rico do que
meramente repetir a lição dada. Aprender
para nós é construir, reconstruir, constatar,
o que não se faz sem abertura ao risco e a aventura
do espírito."
Procure saber mais sobre este projeto em sua comunidade
católica , nas escolas municipais, associações
de moradores, igrejas evangélicas e encaminhe
as pessoas interessadas e necessitadas de serem alfabetizadas.
Texto
publicado no Jornal InfoDecolores número 02 Jun/Jul
2000
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O pré-cur,
o cur e o pós-cur.
Temos
lido ultimamente, vários artigos da turma do
GEN, analisando, criticando e sugerindo formas de atuação
nos três tempos de Cursilho. Diante dos tantos
itens comentados pela turma do Pe. Beraldo, alguns deles
publicados no "InfoDecolores" é impossível
não avaliar como está a atuação
do MCC em nossa Diocese. Muitos pontos abordados por
eles com certeza, para nós, são problemas
superados há muito tempo. Mas se fizermos uma
análise crítica e fria, tirando a emoção
e as tantas desculpas ensaiadas a que estamos acostumados
dizer para justificar as nossas falhas, iremos ver muitos
problemas que são fatos concretos em Nova Iguaçu.
Tenho certeza também que todos nós sabemos
onde erramos, mas talvez não tenhamos consciência
do erro comunitário, pois desconhecemos as regras.
Descreverei aqui dez pontos, que acredito sejam os mais
importantes:
Primeiro ponto, conhecer o que diz a lei: O GEN é
o órgão máximo dentro do Brasil
e por ele são divulgadas todas as diretrizes
a nível nacional. Todas estas regras estão
no livro do MCC "A Mensagem do Movimento de Cursilhos
de Cristandade do Brasil" incluindo o estatuto
e como devem funcionar os tempos do MCC, que estratégia
devemos seguir. O GED em Nova Iguaçu tem também
um regimento para organizar todo o seu funcionamento.
Gostaria de saber quantos em Nova Iguaçu leram
o livro de mensagens e o nosso regimento. Fica difícil
seguir em frente com os "achismos", assim
seremos criticados por simples erros de ignorância
das leis.
Segundo ponto, as pessoas convidadas a fazer o Cursilho
não são na sua maioria "batizados
afastados", um dos grandes objetivos do MCC é
à busca destas pessoas. Há muito tempo
que Nova Iguaçu não tem mais esta prioridade,
talvez porque seja difícil levá-las ou
porque muitas das vezes dá trabalho. Convidamos
então aqueles que já fazem mil tarefas
nas suas comunidades e depois cobramos deles presença
nas atividades do Movimento e que não conseguem
cumprir.
Terceiro ponto, os Cursilhistas convidados para trabalhar
nas equipes não participam ativamente do Movimento.
Este fato é grave na nossa Diocese. Ficou marcado
na cabeça das pessoas que: "Só faço
parte do Movimento de Cursilho no período em
que estou trabalhando numa equipe de Cursilho e logo
tendo terminado a tarefa não preciso mais participar".
É preciso convidar e valorizar as pessoas que
estão atuantes. Quanto a ser um Mantenedor, saibam
que este ano algumas pessoas convidadas a trabalhar
desconheciam e pior ainda representantes de Paróquias
também não sabiam o que é ser Mantenedor
do MCC.
Quarto ponto, o Coordenador de um Cursilho não
tem autoridade nem direito de inventar, fazer experiências
da sua própria cabeça, fazer "firula",
enfeitar de tal forma que corremos o risco de descaracterizar
o Movimento. Às vezes mudamos tantas coisas e
enfeitamos tanto o pavão que ele passa a parecer
um carro alegórico de Escola de Samba, e desde
quando o pavão precisa de enfeite ele já
é bonito por natureza. Com isso acabamos é
gastando mais dinheiro, pois tudo tem um custo e se
este dinheiro não sai do GED como temos ouvido
falar, poderia ser usado como doação para
cozinha, por exemplo. Jesus Cristo era simples, usava
modelos simples.
Quinto ponto, os grupos no Cursilho não podem
ter mais de nove integrantes incluindo os mensageiros.
O tempo reservado aos grupos na maioria das vezes é
de 40 minutos, mas também temos tempos de apenas
30 minutos. Um número excessivo de pessoas no
grupo com certeza não irá democratizar
o tempo e fatalmente, alguém ficará prejudicado,
as pessoas são diferentes e algumas demoram um
pouco até se ambientar, portanto temos que ficar
atentos com o número de fichas a serem distribuídas,
e com a reposição das fichas que não
voltaram. Inclusive todos os deslocamentos durante o
Cursilho são facilitados com o número
certo de candidatos. Um fato concreto é que as
fichas são preenchidas com candidatos de última
hora, não são convidados com antecedência.
Um número próximo de 40 Cursilhistas seria
o ideal para o bom andamento e aproveitamento do Cursilho.
Devemos acreditar que é Jesus Cristo quem convida
e só vai quem Ele quer.
Sexto ponto, o que iremos escolher: o restaurante cinco
estrelas ou o bandejão? Muitas das vezes o que
oferecemos aos Cursilhistas no Nosso Lar para as refeições
são pratos completamente fora da realidade que
cada um de nós vivemos, queremos sofisticar a
cozinha com pratos que só vão encarecer
o Cursilho com uma despesa que poderia ser evitada e
que com certeza foge da mensagem maior de humildade,
pano de fundo de todo Movimento que busca ser pé-no-chão.
Alimento simples e farto este devem ser o nosso objetivo.
Sétimo ponto, o que iremos cantar? Temos visto
que ultimamente por influência de outros movimentos
quase só cantamos músicas de louvor, aquelas
famosas músicas de protesto ou que motivavam
a pessoa à ação estão ficando
cada vez mais esquecidas. É preciso mesclar,
pois temos momentos que é de louvor e outros
que são de ação.
Oitavo ponto, o MCC é também para os jovens.
Em vários GEDs espalhados pelo Brasil temos visto
Cursilhos para jovens. Em Nova Iguaçu esta exigência
não é necessária, pois desde 1975
existe o Movimento Juvenil (originado a partir do Cursilho)
e o Movimento de Oásis. Porém é
necessidade do MCC motivar e incentivar os jovens a
participarem, exigência esta mencionada na última
Assembléia Regional e tocada em muitos pontos
nas Diretrizes da CNBB. Vamos pensar nas nossas últimas
Equipes de Cursilhos, quantos jovens participaram, e
fazendo o Cursilho? Os jovens são a continuidade,
a garra e o ânimo, temos que contar sempre com
eles.
Nono ponto, são muitos os compromissos no pós-cursilho,
mas se dizemos fazer parte deste Movimento temos que
freqüentar algum e não só quando
estamos na equipe. Como iremos pedir que os novos cursilhistas
que levamos para fazer
o Cursilho freqüentem as Escolas, Núcleos
e Encontrões se
nós não vamos.
Décimo ponto, a criação dos Núcleos
Ambientais. Principal objetivo do MCC a nível
Brasil, simplesmente está esquecido
em Nova Iguaçu, muitos de nós desconhecemos
que o MCC tem como prioridade o engajamento nos Núcleos
Ambientais e não a atuação na Comunidade.
O MCC visa uma evangelização na prática
no mundo, nos ambientes que freqüentamos e não
dentro das Igrejas, local apenas de abastecimento da
fé.
E aí, Como Será 2004?
Adhemar Mendonça
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Uma
história de amor e doação
Era
uma vez um bairro muito pobre que por volta de 1978
estava ameaçado de despejo, já que ocupava
uma área particular. O clamor deste povo foi
ouvido por Deus, que enviou seu servo o Pe. Renato Chiera,
para interceder por eles. Mas como sozinho tudo fica
mais difícil, ele pediu ajuda ao Bispo D. Adriano,
que sempre foi solidário com os mais pobres e
assim comprou o loteamento para ser distribuído
entre os moradores.
O pesadelo do despejo foi afastado. Mas existia outro,
as condições de moradia eram precárias,
pois o local era praticamente um brejo.
Passaram alguns anos Pe. Renato saiu da paróquia,
chegou o Pe. Bartolomeo, e a luta continuava.
Foi assim que D. Adriano, juntamente com a Irmã
Alcântara, do IESA, uniram-se em busca de ajuda
financeira com os nossos irmãos alemães,
que prontamente responderam às necessidades.
E assim iniciou-se as construções das
casas em ritmo de Mutirão, mas precisava de alguém
com fibra e coragem para acompanhar os trabalhos e assim
a Irmã Filomena
Lopes Filha, da ordem Franciscana recém chegada
ao IESA, abraçava a causa.
Quantas e quantas vezes ela ajudava a descarregar o
material do caminhão, sempre cantando: "Uma
pedra outra pedra, um tijolo outro tijolo, construiremos
a casa do irmão". Estimulava
os moradores, evangelizava, preparava a comida à
ser distribuída entre os trabalhadores. Não
tinha hora para voltar para casa, quantas vezes foi
chamada atenção por não chegar
no horário das orações. Parecia
que sabia que seu tempo estava acabando. Sua luta era
incansável.
Juntamente com a construção das 144 casas
ela construiu um salão comunitário que
atualmente está ocupado pela Assembléia
de Deus, casa do caseiro, salas de catequeses, reforma
da Igreja Jesus Bom Pastor e uma creche para que as
mães do bairro pudessem trabalhar e deixar seus
filhos em segurança. E assim no dia 13 de maio
de 1989 era inaugurada a creche Jesus Bom Pastor com
missa celebrada por D. Adriano.
Sua presença era constante na creche e sempre
trazia alegria, balas e bombons para as crianças.
Mas para irmã Filomena isso era muito pouco em
vista às necessidades das pessoas que moravam
do outro lado do rio. E ela novamente com a ajuda dos
irmãos da Alemanha, adquire um terreno na rua
D e constrói mais 29 casas e uma Capela de São
Francisco de Assis, e com idéia de construir
também no local mais uma creche.
Mas quis o destino que Irmã Filomena não
ficasse no meio de nós e no dia 7 de junho de
1990 ela foi seqüestrada e levada até o
Bairro de Itaipu e uma mão conduzida pelo mal,
rouba sua vida com um tiro.
Hoje só nos resta a saudade dessa pessoa maravilhosa
que viveu tão pouco no meio de nós, que
tanto trabalhou, e que tinha muitos projetos em favor
dos mais pobres.
Nestes 12 anos do seu falecimento, muitos continuam
na sua missão de preservar tudo aquilo que ela
construiu, e assim as irmãs do IESA, construíram
a creche tão sonhada por ela, na rua D e como
homenagem deram o nome de "Creche Ir. Filomena".
Desde 7 de junho de 1990, o céu acolhe mais um
Anjo pois disse Jesus "Venham vocês que são
abençoados por meu Pai. Recebam por herança
o reino que meu Pai lhes preparou. Tive fome e me deste
de comer, nu e me vestistes". Mt.25 34b-35.
E quanto a nós, além da saudade, as nossas
orações e a certeza de que Irmã
Filomena continua a cuidar por cada um
de nós. Amém.
Ana Regina
Retirado do Jornal InfoDecolores número 13 Jul/Ago
2002
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Você
esta feliz?
Na
passagem do ano, aquele momento que aguardamos quando
o relógio chegou a zero hora, e iniciou um novo
ano, a família, parentes e amigos reunidos esperavam
ansiosos o momento para num longo abraço e desejar
um feliz ano novo e neste ano além de tudo, uma
outra expressão muito se ouviu, "que o novo
milênio seja de paz, de alegria e muito amor etc..."
Mas uma criança, um pré-adolescente, me
fez refletir, parei e até esqueci que o novo
ano prenunciava, se não pelos fogos, mas pela
euforia dos abraços. Ela me abraçou e
disse-me:
"Você está feliz?. São dois
mil anos, vamos para 3000?",
virou-se e continuou a abraçar outros, não
sei se da mesma forma com que me abraçou e me
desejou felicidades.
A dois mil anos a humanidade ficou marcada com um fato
histórico que mudou o rumo da história.
Nasce em Belém um menino, igual a tantos que
nasceram naquele mesmo dia, mas marcado pela missão
a ele profetizada. Jesus de Nazaré, o Emanuel,
o Deus conosco, o Cristo de Deus. Viveu sua vida como
uma pessoa comum, dormia, comia, ria, chorava, brincava,
ficava bravo, sentia frio, calor, enfim, era no meio
de todos, com os quais convivia, uma pessoa comum.
O final de um ano e início de outro sempre traz
grandes esperanças a humanidade, que nunca cansa
de esperar um mundo melhor, um novo ano sem violência,
sem miséria, sem discriminação,
sem guerras, sem ódio e cheio de amor e paz que
nos esquecemos logo que toda euforia se vai e voltamos
a normalidade, como se diz. A pergunta é: será
normal as coisas que acontecem? A violência, a
miséria, a discriminação, as guerras,
o ódio, a falta de amor e de paz?
Um certo rapaz, para sua época, homem adulto
e maduro, já que tinha seus 30 anos, um pouco
menos ou mais, começou a mudar o rumo da história,
depois dele, escrevemos, "aC e dC".
Para nós cristãos Ele continua conosco.
Esse mundo, esse povo, Ele nunca abandonou. Então
se assim acreditamos, o que nos falta para agir como
o Homem Jesus, se tão bem conhecemos o Deus Jesus?
Quando nos debruçamos no livro sagrado, a Bíblia,
desfolhamos suas páginas, relembrando a história
e as experiências de Deus com o povo, não
nos causa dúvida que Jesus é a eterna
expressão de Deus que quis habitar com toda a
humanidade. As atitudes de Jesus transcendem o homem,
não somente
por ser o próprio Deus, mas é visível.
Basta abrir as páginas do livro Santo para verificarmos
que, quanto mais Jesus se humanizava, mais ele se assemelhava
ao Pai. "Eu e o Pai somos um (1 João 10,30)".
Durante 3 anos como nos narra o Evangelho, Jesus conviveu
e ensinou ao grupo de homens e mulheres, a quem chamava
amigos, os seus discípulos, de como é
fácil se voltar ao Pai, pelas ações
e pela defesa dos que sofrem as injustiças. E
como é tão difícil lutar contra
os corações endurecidos, daqueles que
causam as injustiças, acreditando numa verdade
que nem de longe se aproxima a verdade de Deus.
Jesus por muitas vezes e até pela simplicidade
daqueles à quem falava, usava das parábolas,
história que o próprio povo vivia e dessas
histórias se encontravam as semelhanças
do Reino e do Pai. Jesus foi simples e na sua sabedoria
se igualou a grandiosidade do Pai. João, o evangelista,
escreve "Aquele que não ama não conhece
a Deus, pois Deus é Amor. (1 João 4,8)".
A humanidade ainda continua a remar contra a corrente,
os corações de pedra continuam a habitar
este mundo e a criar estruturas injustas que afastam
os homens da presença de Deus. Olhar hoje, 2000
anos depois para o mundo, que cada vez mais se torna
pequeno pelo modernismo e pela tecnologia das comunicações,
não é nada confortador. Ainda se mata
e se morre por nada. Esquecidos e embriagados pela velocidade
que o mundo vai, ficamos cegos e nem se quer paramos
para refletir que um certo menino nasceu, viveu, morreu
e ressuscitou para conosco morar.
O mundo só poderá mudar se entendermos
o que Jesus disse, e a todo momento, quer nos dizer.
Somente pelo amor e com o amor poderemos colocar carne
nos corações de pedra.
Como cristãos somos mensageiros da Paz, como
amigos amados de Jesus somos os anunciadores da sua
Boa Nova,
e como filhos devemos nos humanizar, se aproximar, pelas
nossas atitudes, ao Pai que nos conclama a viver um
MILÊNIO na prática de Jesus.
E ainda me fica a pergunta. Será que com tantas
causas perdidas e esquecidas, um mundo tão cruel,
que cada vez mais se nega em aceitar o Deus que tudo
criou e, que a cada um, de modo diferente, entregou
os dons para edificar a sua criação; o
homem poderá encontrar a felicidade?
O que sei é que a minha felicidade depende da
felicidade do outro. Se ele não o é, será
que sou verdadeiramente feliz?
Deixo a pergunta, que não é minha. "Você
está feliz?. São dois mil anos, vamos
para 3000?"
Fica a nossa indagação, para uma reflexão.
Como iremos
para o ano 3000?
Edson da Silva Oliveira.
Paróquia Santa Luzia
Comunidade N. S. do perpétuo Socorro e Santo
Afonso
Retirado do Jornal InfoDecolores número 07 Abr/Mai
2001
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