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A
Missa
A
cerimônia mais freqüente e mais participativa
dos católicos é com certeza a Santa Missa.
A Missa tem uma uniformidade litúrgica, uma base
a ser seguida em todas as celebrações.
Mas existe também momentos de criatividade em
que podemos mudar o estilo e assumir características
próprias para o motivo da celebração.
Celebrar é festejar por isso a missa é
uma festa dos irmãos católicos, local
onde se confraternizar, tratar planos e estratégias
da ação pastoral, é o encontro
dos moradores da comunidade.
É Santa porque revivemos o martírio de
Jesus Cristo Nosso Senhor, escutamos a Palavra de Deus
e fazemos uma revisão da vida.
A missa é a cerimônia com o maior número
de simbolismos da Igreja Católica Apostólica
Romana, portanto muitos detalhes podemos estudar, para
entender melhor e conseguir participar melhor. Só
depende de nós.
A missa, ou Celebração Eucarística,
é um ato solene com que os católicos celebram
o sacrifício de Jesus Cristo na cruz, recordando
a Última Ceia.
A nossa refeição sempre reúne em
torno da mesa pessoas que se querem bem - é um
momento de partilha, de confraternização,
de amizade.
Há dois mil anos também era assim. E foi
uma ceia que Jesus escolheu para reunir Seus apóstolos
durante a Páscoa do ano de Sua morte. Com certeza
Jesus queria um ambiente de confraternização
e cordialidade para esse encontro que, só Ele
sabia, seria o último a reunir o grupo todo.
Normalmente, aquela ceia seguiria o ritual das ceias
cultuais judaicas. No início o hospedeiro tomava
um pedaço de pão, erguia um palmo acima
da mesa e dizia uma breve oração antes
de dividir o pão com todos. E na Páscoa,
para assegurar as graças divinas, a ceia incluía
o sacrifício de um cordeiro.
Mas, dessa vez, no início Jesus tomou o pão,
partiu e, no lugar da oração convencional,
disse "Tomai, comei. Isto é o Meu Corpo
que será entregue por vós".
Pronunciando aquelas palavras, Jesus Se colocava no
lugar do cordeiro sacrificado habitualmente e os pedaços
do pão que distribuía representavam o
Seu corpo - que brevemente, pelo sacrifício na
cruz, seria entregue para a salvação de
toda a humanidade.
No fim da ceia Jesus tomou o cálice de vinho
e o abençoou dizendo "Bebei dele todos;
porque isto é o meu sangue, o sangue da Nova
Aliança, derramado em favor de muitos para remissão
de pecados".
Ao dizer Nova Aliança (o mesmo que Novo Testamento),
Jesus quis demonstrar que não valia mais a Antiga
Aliança (ou Antigo Testamento) pela qual Deus
havia escolhido apenas Israel para ser o Seu povo. A
Nova Aliança estabelecia uma nova relação
entre Deus e os homens. Com ela, não apenas Israel
mas todos os povos seriam chamados a ser filhos de Deus.
E, para deixar esta mudança marcada no coração
dos homens de uma forma especial, Jesus terminou dizendo
"Fazei isto em memória de mim".
Assim foi instituído o sacramento da Eucaristia,
que é o ritual central da Missa e a memória
da paixão de Cristo. Nesse ritual, através
da comunhão mostramos nossa gratidão por
poder partilhar a presença do Pai, do Filho e
do Espírito Santo.
O ritual da Missa justamente revive todos os momentos
daquela memorável refeição com
o mesmo sentido de fraternidade. São quatro partes
ou momentos bem distintos.
A primeira parte da Missa, os Ritos Iniciais, marca
a chegada e a reunião de todos os convidados
em torno da mesa.
Segue-se uma animada conversa entre amigos que se encontram:
é a segunda parte, a Liturgia da Palavra, o alimento
espiritual, a palavra de Deus - a Boa Nova que Jesus
sempre pregava.
A terceira parte é o momento central de toda
ceia - todos vão alimentar-se. É a Liturgia
Eucarística, o coração da Missa.
Ela revive o mistério pascal de Cristo, isto
é, Sua morte e ressurreição.
Com a consagração feita sobre o altar,
a hóstia adquire as propriedades do corpo de
Jesus. E como fizeram os apóstolos naquela ceia,
os fiéis também tomam seu alimento sólido
(o pão, agora em forma de hóstia), e podem
tomar o vinho, seu alimento líquido (em muitas
ocasiões o celebrante imerge a hóstia
no cálice de vinho antes de oferecê-la
ao fiel).
A
Eucaristia recorda esse momento de comunhão.
Na Eucaristia os fiéis ressurgem com Cristo para
uma nova existência.
Encerrando a Ceia, a bênção e a
despedida dos Ritos Finais têm o mesmo sentido
da bênção dada por Jesus a seus
discípulos após Sua ressurreição:
nesse momento Jesus os enviava ou despedia para apregoar
pelo mundo a palavra de Deus.
A Missa é apenas isso. Ou tudo isso. Veja agora
em detalhes como se desenrola cada parte dessa cerimônia
tão rica em significados:
A primeira parte da Missa também é chamada
"Missa dos Catecúmenos" (ou seja, Missa
das pessoas que ainda estão sendo preparadas
para receber o batismo).
Os Ritos Iniciais são uma introdução
para a Missa que vai ser celebrada. O objetivo é
fazer com que os fiéis se preparem para comungar
idéias e sentimentos.
Aqui se inicia uma dupla comunhão: uma comunhão
com Deus e uma comunhão com os demais membros
da comunidade.
Os Ritos Iniciais são:
" Antífona da Entrada
" Saudação
" Ato Penitencial
" Senhor
" Glória
" Oração do Dia
Missa começa com a assembléia, de pé,
saudando a chegada do celebrante e dos ministros com
o Canto de Entrada, o primeiro dos três cânticos
tradicionais na liturgia (os outros dois cânticos
tradicionais são o Senhor e o Glória).
Chegando ao presbitério, o celebrante e os ministros
saúdam o altar e todos fazem o sinal da cruz.
É importante notar que a assembléia não
se reúne em seu próprio nome, mas em nome
da Santíssima Trindade. Fazer o sinal da cruz
significa dizer "Nós nos reunimos em nome
do Pai, do Filho e do Espírito Santo".
Depois da saudação, é usual o celebrante
dizer algumas palavras sobre a Missa do dia.
Em seguida, o celebrante convida os fiéis a uma
confissão geral e conclui com a absolvição.
Aqui não se trata de uma confissão regular,
mas apenas de uma forma de os fiéis tomarem consciência
de sua condição de pecadores. Na medida
em que a pessoa reconhece sua pequenez, sua condição
de pecador, Deus pode vir-lhe ao encontro com Sua graça.
Este reconhecimento pode ser feito por uma oração
("eu pecador, me confesso...") pela leitura
de versículos bíblicos ("Tende compaixão
de nós, Senhor") ou por uma ladainha.
Senhor", a ladainha que vem em seguida, é
o segundo cântico
tradicional na liturgia. A designação
"Senhor" é uma redução
de "Senhor, tende piedade", que em grego se
diz Kyrie eleison. Por isso esta parte da Missa também
é chamada de Kyrie.
Nesta ladainha "Senhor, tende piedade de nós",
os fiéis aclamam o Senhor e imploram Sua misericórdia.
Nos domingos fora do Advento e da Quaresma, em solenidades,
em festas e celebrações mais solenes os
ritos iniciais incluem o Glória, hino cantado
ou recitado por todos.
O Glória é uma espécie de salmo
composto pela Igreja e representa um solene ato de louvor
ao Pai e ao Filho.
celebrante diz "Oremos" e faz um minuto de
silêncio para que todos sintam bem a presença
de Deus e formulem interiormente seus pedidos.
O rito de entrada se encerra com a Oração
do Dia, ou Coleta, que consiste numa súplica
coletiva (daí o nome Coleta) a Deus Pai, por
Cristo, no Espírito Santo.
A Oração do Dia tem sempre três
elementos: a invocação dirigida a Deus,
um pedido que se faz e a finalidade do pedido.
Durante as refeições as pessoas conversam,
relatam acontecimentos. Toda conversa é sempre
um enriquecimento espiritual, e na Missa também
é assim. A Liturgia da Palavra é o alimento
espiritual nesta ceia que a Missa reproduz. É
a catequese, o ensinamento dos mistérios que
são o fundamento da fé.
Na Missa os fiéis vão participar da Eucaristia,
instituída por Jesus há 2.000 anos. Por
isso, se a gente entender o que Jesus e os apóstolos
pensavam naquele momento fica mais fácil entender
os motivos que levaram Jesus ao sacrifício na
cruz. É isso que as leituras procuram fazer.
Os atos da Liturgia da Palavra são:
" Primeira Leitura
" Salmo Responsorial
" Segunda Leitura
" Aclamação ao Evangelho
" Evangelho
" Homilia
" Profissão de Fé
" Oração Universal
Os fiéis sentam-se para ouvir primeiro a Palavra
de Deus revelada pela Primeira Leitura, que é
a leitura de um trecho do Antigo Testamento e que, nos
dias de semana, pode ser também um trecho das
Epístolas dos apóstolos ou do Apocalipse
(No tempo Pascal a leitura é dos Atos dos Apóstolos).
Esses escritos ajudam a compreender melhor a missão
e os ensinamentos de Jesus, que o Novo Testamento nos
apresenta.
Os fiéis declaram aceitar a Palavra que acabaram
de ouvir dizendo em seguida o Salmo Responsorial
A Segunda Leitura é reservada para os domingos
e dias festivos da Igreja. Esta leitura é feita
das Epístolas ou dos Atos dos Apóstolos,
ou do Apocalipse.
A Segunda Leitura procura ter sempre alguma relação
com o texto da Primeira, tornando mais fácil
compreender a mensagem apresentada.
Terminada a Segunda Leitura, os fiéis levantam-se
para aclamar "Aleluia!". Chegou um momento
muito importante e de grande alegria: eles irão
ouvir a Palavra de Deus transmitida por Jesus Cristo.
É a leitura do Evangelho.
O Evangelho é, de fato, o ponto alto da Liturgia
da Palavra. Jesus está presente através
da Sua Palavra, como vai estar presente também
depois, no pão e no vinho consagrados.
Completou-se a leitura dos textos bíblicos (as
Leituras e o Evangelho). O celebrante explica, então,
com suas próprias palavras os fatos narrados
nos textos.
Esta interpretação é a homilia,
uma pregação pela qual ele traduz e aplica
a Palavra de Deus aos nossos dias.
A homilia é obrigatória aos domingos e
nas festas de preceito, e recomendável nos demais
dias.
Depois de ouvir a Palavra de Deus, de novo de pé
os fiéis fazem uma declaração pública
de que acreditam nas verdades ensinadas por Jesus. Isto
é, reafirmam que estão, todos, unidos
pela mesma crença num só Deus, o Deus
que lhes foi revelado por Jesus.
Essa declaração é o Credo: "Creio
em Deus Pai..."
Os fiéis reafirmaram sua crença. Então
se dirigem em conjunto a Deus dizendo de seus anseios,
necessidades e esperanças através da oração
dos Fiéis ou oração Universal que
o celebrante recita e onde, a cada pedido, os fiéis
suplicam "Senhor, escutai a nossa prece!".
É quando se pede pela Igreja, pelos que sofrem,
pelas necessidades do país, pelas necessidades
da comunidade onde se realiza a Missa etc.
A celebração eucarística é
o supremo e mais belo ritual da Missa, reproduzindo
com delicadeza o acontecimento central da Última
Ceia, quando Jesus instituiu a Eucaristia.
A Missa recorda este momento com o Ofertório,
a Oração Eucarística e a Comunhão.
Os atos da Liturgia Eucarística são:
" Preparação das Oferendas
" Oração sobre as Oferendas
" Oração Eucarística
Prefácio
Santo
Oração Eucarística
" Ritos da Comunhão
Pai Nosso
Abraço da Paz
Fração do Pão
Agnus Dei
Comunhão
Jesus é a Vítima do Sacrifício
que se vai realizar sobre o altar. Ali são preparados
para o Sacrifício o pão e o vinho, que
depois de consagrados se transformam no Corpo e no Sangue
de Jesus. Durante a preparação os fiéis
permanecem sentados.
O celebrante vai para a frente do altar e recebe as
ofertas trazidas em procissão. Pão e vinho
e outras ofertas, frutos do trabalho do homem, são
apresentados ao altar simbolizando o oferecimento que
os fiéis fazem a Deus de suas vidas, cheios de
gratidão por todas as graças recebidas.
(Por isso esta parte da Missa também é
conhecida como Ofertório.)
Entregues as oferendas, de novo de pé os fiéis
atendem à convocação do celebrante
("Orai, irmãos e irmãs...")
e pedem a Deus que aceite o sacrifício que elas
representam: "Receba o Senhor por tuas mãos
(as mãos do celebrante) este sacrifício
para glória do Seu nome..."
O acólito derrama um pouco de água sobre
os dedos do celebrante enquanto este diz em voz baixa
a oração do Lavabo: "Lavai-me, Senhor,
da minha iniquidade e purificai-me do meu pecado".
Em seguida, o celebrante toma as oferendas - pão
e vinho - e as oferece a Deus ("Acolhei, ó
Deus, as preces dos vossos fiéis...").
Chegamos à Oração Eucarística,
o ritual central da Missa. É o momento em que
Deus vai atender a súplica dos fiéis e
santificar as oferendas transformando o pão e
o vinho no Corpo e no Sangue de Jesus. O celebrante
lembra que agora, mais do que nunca, o pensamento de
todos deve estar voltado para o Senhor e por isso trava
com os fiéis este diálogo:
- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
- Corações ao alto.
- O nosso coração está em Deus.
- Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
- É nosso dever e nossa salvação.
O ritual prossegue com a recitação do
Prefácio pelo celebrante. O Prefácio é
um verdadeiro hino de ação de graças,
um grito de alegria por havermos tido a suprema graça
de receber Jesus, nosso Senhor e dom do Pai, que Se
sacrificou para nos salvar.
Em nome da assembléia, o celebrante glorifica
a Deus e Lhe rende graças por toda a obra da
salvação (ou por um de seus aspectos,
de acordo com o dia, a festa ou o tempo). De certa forma,
o Prefácio anuncia o conteúdo da Oração
Eucarística.
Ao Prefácio segue-se a oração "Santo",
pela qual a assembléia proclama a santidade e
grandeza de Deus. No início da oração,
repetindo "Santo" três vezes os fiéis
reconhecem a existência de Deus nas pessoas do
Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Agora estamos todos preparados para o momento da Consagração.
Os fiéis se ajoelham, o celebrante estende as
mãos sobre o pão e o vinho e pede ao Espírito
Santo que os transforme no Corpo e no Sangue de Jesus
("Santificai, pois, estas oferendas...").
O momento da Consagração é descritivo
da Última Ceia. O celebrante relembra e repete
os mesmos gestos de Jesus, obedecendo à Sua ordem
("Fazei isto em memória de mim").
Ergue a hóstia oferecendo-a à consagração.
Em seguida ergue o cálice oferecendo o vinho
igualmente à consagração.
Acontece a transubstanciação. Pão
e vinho adquirem as propriedades do Corpo e do Sangue
de Jesus.
A Eucaristia é o Sacramento da presença
de Jesus ressuscitado. A assembléia, de pé,
reconhece isso dizendo "Toda vez que comemos deste
pão e bebemos deste cálice anunciamos,
Senhor, a Vossa morte e proclamamos a Vossa ressurreição".
O celebrante ainda ora pela Igreja Católica e
pelas necessidades dela e termina esta parte, elevando
o pão e o vinho num gesto de oferenda, com uma
oração que resume todo o louvor da Oração
Eucarística: "Por Cristo, com Cristo, em
Cristo, toda honra e toda glória...".
Os fiéis se preparam para receber a comunhão,
ou seja, se preparam para receber o Corpo de Cristo
e, com esse gesto, comungar, partilhar dos mesmos sentimentos
de amor e entrega a Deus que Jesus teve quando Se sacrificou
por nós. E não pode haver comunhão
com Cristo sem haver antes a comunhão entre irmãos.
Todos rezam, então, o Pai Nosso. E rezam com
Jesus, falando com Deus pela boca de Seu Filho. Através
desta oração, os membros da grande família
presente à celebração reconhecem
novamente a Deus como Pai e suplicam a graça
de poderem viver como verdadeiros filhos e amarem-se
como verdadeiros irmãos em Cristo.
Paz é fruto da justiça. Paz é fruto
da igualdade. Paz é tão necessária
quanto o ar que respiramos. Quando quis dar aos Apóstolos
o melhor de Si, Jesus lhes disse "Eu vos deixo
a paz, eu vos dou a minha paz".
O celebrante recorda esse momento e ora pedindo a Jesus
que nos dê a mesma paz que Ele ofereceu aos Apóstolos.
Os fiéis respondem "Amém", e
com isto fazem suas as palavras do celebrante.
Os fiéis, que disseram a Jesus que querem viver
na Paz de Deus, demonstram esta disposição
com o abraço da paz.
Eles se cumprimentam com um abraço ou um aperto
de mão e um sorriso de cumplicidade e amizade.
Afinal, estão todos à mesma mesa e vão
tomar, juntos, a mesma Refeição. E só
podem entrar em comunhão com Cristo e com Deus
se estiverem em paz e em comunhão uns com os
outros.
Agora o celebrante se prepara para distribuir os alimentos
consagrados. Parte a grande hóstia sobre a patena
e coloca uma parte no cálice com vinho consagrado.
A fração do pão significa que todos
os fiéis vão participar no mesmo Alimento
e o gesto de colocar parte da hóstia no cálice
simboliza a união do pão e do vinho consagrados:
uma vez consagrados, o pão e o vinho formam uma
unidade, o Corpo vivo de Cristo, e recordam o mistério
da ressurreição.
Antes de receber a comunhão, entretanto, os fiéis
fazem ainda uma última confissão de humildade
na oração do Agnus Dei ("Cordeiro
de Deus, que tirais o pecado do mundo...").
O celebrante comunga o Corpo de Cristo. Depois comunga
o Sangue de Cristo. Em seguida distribui aos fiéis
a hóstia consagrada.
Em ocasiões especiais, ou em pequenas comunidades,
a Comunhão pode ser feita sob as duas formas,
isto é, o sacerdote mergulha a hóstia
no vinho antes de oferecê-la ao comungante.
Este é o momento da grande comunhão dos
fiéis com Deus, dos fiéis com Cristo,
dos fiéis entre si. Os que comem do mesmo Pão
passam a formar um só corpo com Cristo e devem
ter a mesma disposição que Ele teve em
fazer a vontade do Pai: fazer do mundo um reinado de
justiça e paz como preparação para
a vida eterna.
Ao receber a comunhão o fiel responde "Amém",
confirmando sua fé em Cristo presente na Eucaristia
e confirmando que, em Cristo, recebe a todos em sua
vida e se compromete a doar-se a seus irmãos.
Finda a comunhão, enquanto se faz a purificação
do cálice e da patena, os fiéis permanecem
sentados e o celebrante reza em silêncio. Após
um momento de fundo recolhimento, pede a Deus em nome
de todos que faça frutificar a eucaristia que
os uniu, renovando humildemente o pedido de poder participar
plenamente da vida cristã.
A missa se encerra com a Bênção
Final, um Canto Final e a exortação da
Despedida.
Todos de pé, o celebrante ergue a mão
e marca os fiéis com o sinal da cruz pedindo
para eles a bênção do Pai, do Filho
e do Espírito Santo - e a comunidade expressa
sua alegria cantando uma vez mais.
Por fim, a assembléia é despedida.
Nas missas celebradas em latim, o celebrante diz "Ite,
missa est", o que quer dizer "Ide (já)
existe uma missão (a ser cumprida)". Nas
missas em português, o celebrante conclui dizendo
"Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe", com
o mesmo sentido de liberar a assembléia para
cumprir a missão que recebeu de levar aos povos
a palavra de Deus.
Os convidados à casa do Senhor saem de coração
leve. Não vêem sua presença na Missa
como o cumprimento de um dever - sentem-se felizes e
distinguidos porque Deus lhes permitiu participar da
Sua refeição.
A Missa oferece um enriquecimento do espírito
cristão que os fiéis devem continuar vivendo
em casa, no trabalho, no lazer.
Os fiéis levam para o seio de suas famílias
a vivência da Missa e contribuem para a Missa
celebrando a família, que é o alicerce
da sua Igreja.
Veja
o Site: www.santamissa.com.br
e tenha todas as informações sobre a missa,
vale a pena.
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